segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Quando a esperança parecesse morrer!

Fico pensando em momentos da vida que a esperança dentro de nossos corações morrem ou parecem morrer.
A dor que sentimos é muito forte. A desesperança é como um vazio sem fim, o tempo passa devagar e as notícias não chegam. O coração vai minguando e o sorriso some do rosto. Até mesmo as pessoas mais chegadas parecem nos olhar de uma forma diferente.
Junto com a desesperança de um sonho ou um projeto que se acabou, ou parece ter acabado, surge um elemento agravante da situação: nosso olhar se estreita, não conseguimos ver saídas, portas, janelas, respiradouros.
E aí, como num turbilhão de água, nos agarramos naquilo que pegamos primeiro, como a imagem de alguém carregado por uma corrente de água e que no desespero segura qualquer coisa pra poder viver.
O mundo moderno é um mundo de imediatismo, estamos perdendo a capacidade de aprender a olhar os ciclos naturais das coisas. O tempo é um elemento importante para a cura da desesperança, mas, até mesmo nossa percepção sobre ele muda. Parece se alongar numa imensa reta sem fim.
O tempo do sofrimento da desesperança é para baixar a poeira,sentarmos as idéias no campo da realidade que temos e que devemos modificar, não errarmos os mesmos erros, não andarmos pelos mesmos caminhos, não crermos nas mesmas coisas ou fazermos valer aquilo que de fato cremos.
O desespero também pode ser resultado de fixarmos nossas vidas em coisas que não deveriam ser.
O que me tranquiliza o coração é que passa, sofremos, mas passa. Depois nos percebemos mais maduros e a vida sorri para nós novamente.
Deus é minha esperança e refúgio, Nele não Há sombra ou variação de mudança.

Um comentário:

Ândrea disse...
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