sexta-feira, 25 de junho de 2010

Feminismo e aborto??

Gosto de saber que toda opressão deve ser combativa por aqueles que crêem na vida. As pessoas que não aceitam aquilo que lhes é imposto sem o consentimento de sua liberdade, caminham muitas vezes contra a maré daquilo que é o conveniente. O movimento feminista produziu muitas dessas pessoas, que ao meu ver são heroínas, sofreram, choraram e até morreram. Mas, sabendo de muitas histórias, não consigo entender o que tem a ver lutar pela liberdade da mulher ser sinônimo de matar um inocente.

sábado, 19 de junho de 2010

História que li sobre Aborto.

"Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz:
- Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e já estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro...
O médico então perguntou: Muito bem. O que a senhora quer que eu faça?
A mulher respondeu: Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.
O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a mulher: Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora. A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.
Ele então completou: Veja bem minha senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco...
A mulher apavorou-se e disse: Não doutor! Que horror! Matar um criança é um crime.
Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la. O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito.
Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno."
O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!!!!!

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Misericórdia

Tua misericórdia não tem fim. Misericórdia, essa compreensão da nossa humanidade e finitude é um atributo da dividade. Mulçumanos chamam Alá de O Misericordioso. Deus é misericordioso. Jamais nos trata para além daquilo que somos. A misericórdia de Deus caminha lado a lado com nossa humanidade. Nossa humanidade é limitada pelo tempo, por nossas paixões, nossa visão de mundo e tudo aquilo que nos caracteriza como andantes desse mundo. A religião tenta impor um modelo a ser seguido que se entranha na nossa interioridade nos dizendo que estamos longe. Podemo até estar longe, mas longe do quê? Do modelo? Sim! De Deus? Também. Mas, aqueles que estão em Cristo são morada do Altíssimo. Em Jesus não há religião. Somente proximidade. Somos morada Dele. Ele quebrou a barreira de inimizade que nos separava do Amor. Paulo disse que nem a morte, nem a vida, nem altura e nem profundidade, nem anjos e nem potestades, nem coisas do presente e nem do porvir, podem nos separar do amor de Deus revelados em Cristo.
Viver cada dia na misericórdia Dele é ter paz a todos os momentos.

sábado, 6 de março de 2010

Graça

Dependo de Ti, minhas esperanças estão na certeza do Teu domínio sobre todas as coisas.
Há um princípio que rege toda a criação, é que a tornaste-a livre.
Tudo subsiste por Teu poder e esse poder é regido por Tua liberdade amorosa.
Aqueles que se colocam ao Teu lado sofrem como Tu, pois as forças pecaminosas
do "mundo" tendem e, tem por fim, o domínio ditatorial.
Tua própria natureza trinitária me ensina como amas a liberdade, és um Deus de amor
e sendo amor és Uno.
Tentamos te separar para te entendermos, mas nossas capacidades não te alcançam.
Por isso também te amo, porque se entendo um pouco de Ti, é porque
com certeza Tua graça se manifestou a mim

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Cultura Pop, consumismo e eventos

Somos pessoas de nosso tempo, e as vezes não refletimos sobre nossas práticas. A reflexão sobre aquilo que fazemos é importantíssimo para a saúde do nosso agir. Sem reflexão nosso agir pode ser tornar um mero ativismo sem propósito.
Atualmente somos solapados por uma prática que é "normal", a construção de uma espiritualidade de eventos. Os eventos são programações que tendem a manter o "ânimo" das pessoas, manter a empolgação. As sensações são o fim em si mesmo, e os "produtos lançados" tem a finalidade de manter essas sensações. Por isso o "mercado" esta sempre lançando coisas novas: novas unções, novos estilos, novas ministrações, "buscar algo novo do Senhor". Cultura pop, o que atrai números é então aquilo que é considerado como certo.
No mundo evangélico brasileiro temos um exemplo bem real disso. Temos um grupo musical que foi "lançado" no “mercado evangélico” (como se esse não fosse a mesma coisa que o outro, só muda o nome). A campanha publicitária aceita, para lançar o grupo, foi aquela que pegou a cantora como um modelo de Maria, roupas largas, aparência "angelical", voz e gestos meigos, e isso tudo de forma proposital. E o que se ouvia das pessoas é que esse grupo tinha "unção" .Lançou moda! Virou exemplo para vários outros grupos. Até aí tudo bem, o problema é que espiritualizam tudo, como se todas essas coisas tivessem sido "reveladas" (novas revelações) e portanto levassem o selo divino de aprovação.
Esse exemplo, tem nos levados a agirmos de forma consumista na nossa fé, e produzimos ou vamos atrás de eventos para nos mantermos no "espírito", sempre atrás de poder e sensações. Onde tem números nós vamos porque lá deve estar acontecendo algo "legal".
Uma outra perversidade é ver as igrejas todas iguais, você sai de um lugar para outro e são as mesmas músicas, o mesmo jeito e até liturgia, não temos mais visto a multiforme graça de Deus, e sim uma única forma, parece um monte de filiais de uma mesma empresa, vendendo o mesmo produto, para manter as mesmas sensações e aumentar o número de adeptos.
Em nome do número e do "crescimento da igreja evangélica", estamos construindo uma espiritualidade de vento e não uma espiritualidade do Vento, por que o vento do Espírito nós leva para onde quiser, o vento dessa espiritualidade evangélica tem nos levado para a preocupação com números e formas. No Espírito do Senhor não há forma, o que existe são formas variadas. E o princípio básico é a liberdade. A liberdade de cada comunidade cristã criar sua própria espiritualidade, seu jeito de louvar e viver a vida cristã simples, sem se preocupar com números e sim com a santidade simples e tranqüila dos crentes de antigamente, como disse um profeta, "saudade desses crentes". O números de crentes esta diminuindo e o número de evangélicos esta aumentando.
evento...é vento!

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Mito e Verdade

Ao pensar sobre a razão e mito penso que razão não necessariamente esta ligada a verdade e o mito a uma mentira. Nesse sentido o mito aqui não é entendido como uma lenda, mas como uma simbologia que explica e ordena o mundo. Não é a explicação científica dos acontecimentos, é a explicação ordenadora das coisas que acontecem. O mito tras sentido, pois esta dentro dele uma linguagem de símbolos que reconhecemos"... eles contam como o mundo foi modificado, enriquecido, ou empobrecido." ELIADE, Mircea. (1972), Mito e realidade. Tradução de Pola Civelli. São Paulo, Perspectiva,p. 25.
Edgar Morin diz que quando o homem entra na história entra também a desordem, ele precisa então utilizar-se de uma linguagem que traga sentido ao caos e ordene onde não há ordem. Quando consideramos o pensar racional podemos esquecer que muitas explicações que dizemos ser racional não passa de uma "explicação ordenadora"...
acho que continuarei a pensar sobre isso!

Valeu amor...

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A razão como ídolo

Depois do período da razão o homem tem perdido muito a capacidade de olhar a realidade de outras formas. A razão não é a única ferramenta do homem no qual ele pode garantir a veracidade do conhecimento. Mas, o interessante é que hoje a razão se tornou um ídolo moderno, ela faz com que as pessoas considerem que a priori o que não vier pela via da razão esta fadado a invencionice e a mitologização, desconsideram a poderosa linguagem da mítica como forma de explicar ou entender a realidade e, principalmente, a ação do Espírito que revela. A revelação ficou tão presa ao poder estatal da igreja que perdeu o sentido esperar por meio dela o entendimento do Espírito do evangelho. Mas o Espírito é vida e verdade, Ele nos leva a caminhar num mar de paz, essa paz não é a inexistência de questões e nem tão pouco a desconsideração das questões pertinentes a vida humana, pelo contrario, é paz em meio das intepéries, é o caminhar no meio do "vale da sombra da morte" guiados pela mão protetora. Antes de mais nada, hoje em dia é mais conveniente ser racionalista, pois eu posso pensar o que quiser e ninguém pode questionar. Deixe-se levar pelo Espírito e descobrirás que o conhecimento é sim um lugar de confronto. A realidade se faz no escutar a pluraridade.