terça-feira, 4 de dezembro de 2007

O Sermão mascarado: Use Jesus

Infelizente este é o sermão que tem sido pregado entre linhas nas igrejas pelo mundo.A busca pela satisfação pessoal tem mudado a cada dia o foco do culto, que de nome ainda é para Deus.

Cria-se modas, copia-se estilos e dita-se as regras do que é um louvor bonito.Tudo para agradar ao público exigente que vai assistir.

Aos jovens tem que se ter muita diversão, senão o mundo os toma.Quanto mais moderno e convidativo, mais a igreja cresce...que realidade.

Eu penso; onde está o evangelho puro e simples que Jesus pregou?Renuncia, humildade, serviço..onde esta?

Vamos imaginar que Jesus estivesse vivendo agora em nosso tempo na terra.Que recursos ele usaria para proclamar seu reino?Com certeza varias estratégias, entraria no meio do povo, faria amizades, mas nem por isso usaria palavras agressivas para evangelizar roqueiros nem um boá de penas coloridas para ser aceito pelos gays.

O problema é quando os padrões do mundo entram na igreja para torna-la mais divertida e atrativa.

Busca-se bênçãos, milagres, curas, espetáculos e uma vida feliz.Este é o convite dos lideres mais populares.O culto só não mudou de nome, pois se fossemos analizar seria o Culto à felicidade que Jesus dá.

Então...

Quer ser feliz:use Jesus

Quer prosperar:use Jesus

Quer ser curado:use Jesus

Que absurdo! É o pecado como raposa velha entrando na igreja disfarçada de realização pessoal.

Porem o nosso Deus é um Deus de misericórdia, e busca adoradores que o adorem em espírito e em verdade, se querem fazer espetáculo, façam, mas não em nome do Deus vivo e verdadeiro que é digno de nosso louvor e nosso respeito.

“As misericórdias do senhor são a causa de não sermos consumidos, porque suas misericórdias não tem fim. Lm3:22

Que o motivo do nosso culto seja engrandecer o nome deste Deus, que por sua misericórdia e graça nos concede a paz.

Deh.

Cheios do Espírito

Há uma cultura evangélica que construiu um perspectiva equivocada do que seria ser cheios do Espírito, como a difusão do evengelho no Brasil se deu através de grupos pentecostais, que permitiram a entrada de elementos culturais brasileiros de poder, há uma necessidade da busca do mesmo. Ter "poder" significa trilhar os caminhos da hierarquia eclesiástica. E há uma áurea de "espiritualidade" nisso, pois geralmente essas pessoas são reconhecidas pelos dons e manifestações, suas experiências e conquistas em "nome de Deus".

Líderes constroem discípulos e liderado parecidos com o seu modelo, dessa forma a maoiria daqueles que entram na igreja acreditam estar cheios do Espírito quando coisas extraordinária acontecem nas suas vidas.

E de fato essas coisas acontecem sim, na minha vida coisas maravilhosas acontecem, mas não é isso o maior sinal, ou o principal sinal da Plenitude do Espírito em mim.

O Espírito é Santo, portanto a maior característica de ser cheio do Espírito é a santidade simples, a obediência humilde, o caminhar da fé na direção que Deus nos dá.

"Enchei-vos do Espírito!!"

NÃO SAIBA QUE SEU ROSTO BRILHA

Somos incentivados a buscarmos nossos dons, a descobrirmos nosso lugar no corpo de Cristo. Esse incentivo é dado pela própria Palavra de Deus.

Sabermos que estamos no Centro, que que nossa vida gira em torno da vontade do Senhor é uma alegria! Há uma total certeza e sentido naquilo que se faz.

Mas, não saiba que seu rosto brilha, assim como "Moisés não resplandecia a seus próprios olhos" (Edwards, J.). A presunção é um pecado de que devemos estar sempre atentos, ela distroe a visão correta de que não há nada em nós que faça-nos merecer as dádivas divinas.

Os dons são tanto benção quanto podem ser motivo de presunção. A igreja de Corínto é um exemplo disso, onde mais os dons exraordinários do Espírito se manifestaram daquela forma? Era uma igreja que tinha todos os dons e mesmo assim era lugar de presunção, onde uns se achavam mais importantes, ao ponto de Paulo falar-lhes que um corpo não pode achar que um membro é menos importante que outro.

Reconhecer que todas as coisas são Dádivas de Deus, nossa extrema falibilidade, mesquinhez e incapacidade de vivermos de modo digno sem a Presença e, que, não havia nada em nós que motivasse a nossa redenção e que tudo foi mérito do Filho de Deus, eis ai nosso lugar!